Deus é a luz que conduz, é o que me permite viver...é minha vida.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Pleito
No ano de 2012, meu pai teve o sonho e vontade de se candidatar a vereador numa pequena cidade. Senti meu pai cheio de energia e esperança como a muito não sentia, parecia que a disputa pelo pleito o rejuvenesceu, pois esta cidade é seu mundo...é o lugar que ama, que amamos enfim.
Percebi que o seu desejo não foi muito aceito por pessoas da família que compunha alguns irmãos, principalmente daquele ou melhor daquela cujo o filho seria candidato a vereador, e por mais o marido a vice-prefeito. Como deles, fosse o o exclusivo direito da disputa.
Senti meu pai abalado, pois seu sobrinho e irmã não o mais cumprimentava, e que tal condição passou aos outros irmãos desse sobrinho candidato.
Fomos em frente na disputa, pedimos votos, falamos de nossos projetos, de nossos sonhos por uma cidade melhor...realmente tínhamos o desejo de trabalhar arduamente com projetos e objetivos a serem alcançados. Falávamos a nosso pai que ele seria um vereador que levaria projetos dos cidadãos, que escutaria os desejos e que tentaria dentro do possível inovar na politica da cidade...mas nem sempre é do jeito que queremos ou sonhamos, e novamente vi....novamente observei...meu pai, um homem honesto, um senhor com 64 anos, que trabalhou uma vida inteira nesta cidade, e que pode fazer parte de sua história, ajudando a muitos...ajudando desde pessoas simples até pessoas que hoje são tidas como poderosas na cidade...observei meu pai derrotado...seus sonhos, sua energia desprendida e adquerida durante o pleito veio em formas de lágrimas...choramos, uma família unida...composta por esposa, filhos, genro, noras e alguns irmãos.
Mas a vida continua, levantamos a cabeça e vivemos no mesmo lugar que amamos...meu pai lá está, eu estou em mente. Mas uma ferida se abriu, a ferida não do vencido, do derrotado...mas a ferida do não aceito, do excluído...pois como disse a sua inaceitação por parte da família se faz hoje presente. Pois estes
ainda se sentem "donos", pessoas que pensam que devem existir "puxa-sacos". Mas vou vivendo sem puxar.
Tivemos apenas 113 amigos fiéis, a esses tenho total respeito...respeito também a todos que não nos enganou, porém não quero graça com pessoas falsas...e como digo, não sei se estarei vivo, mas se sim...não esperem de mim lado, ou servir a essas pessoas que hoje e que campanha anterior usaram meu pai, ou que viraram as costas para ele...incluindo a família.
Percebi que o seu desejo não foi muito aceito por pessoas da família que compunha alguns irmãos, principalmente daquele ou melhor daquela cujo o filho seria candidato a vereador, e por mais o marido a vice-prefeito. Como deles, fosse o o exclusivo direito da disputa.
Senti meu pai abalado, pois seu sobrinho e irmã não o mais cumprimentava, e que tal condição passou aos outros irmãos desse sobrinho candidato.
Fomos em frente na disputa, pedimos votos, falamos de nossos projetos, de nossos sonhos por uma cidade melhor...realmente tínhamos o desejo de trabalhar arduamente com projetos e objetivos a serem alcançados. Falávamos a nosso pai que ele seria um vereador que levaria projetos dos cidadãos, que escutaria os desejos e que tentaria dentro do possível inovar na politica da cidade...mas nem sempre é do jeito que queremos ou sonhamos, e novamente vi....novamente observei...meu pai, um homem honesto, um senhor com 64 anos, que trabalhou uma vida inteira nesta cidade, e que pode fazer parte de sua história, ajudando a muitos...ajudando desde pessoas simples até pessoas que hoje são tidas como poderosas na cidade...observei meu pai derrotado...seus sonhos, sua energia desprendida e adquerida durante o pleito veio em formas de lágrimas...choramos, uma família unida...composta por esposa, filhos, genro, noras e alguns irmãos.
Mas a vida continua, levantamos a cabeça e vivemos no mesmo lugar que amamos...meu pai lá está, eu estou em mente. Mas uma ferida se abriu, a ferida não do vencido, do derrotado...mas a ferida do não aceito, do excluído...pois como disse a sua inaceitação por parte da família se faz hoje presente. Pois estes
ainda se sentem "donos", pessoas que pensam que devem existir "puxa-sacos". Mas vou vivendo sem puxar.
Tivemos apenas 113 amigos fiéis, a esses tenho total respeito...respeito também a todos que não nos enganou, porém não quero graça com pessoas falsas...e como digo, não sei se estarei vivo, mas se sim...não esperem de mim lado, ou servir a essas pessoas que hoje e que campanha anterior usaram meu pai, ou que viraram as costas para ele...incluindo a família.
Duas Vidas.
Minha vida mudou, estou casado...dividindo sonhos e pensamentos.
Duas pessoas, duas histórias que se cruzam na trajetória da vida.
Soma de experiência que se traduz em objetivo, fé e vontade de estar juntos.
Peço que Deus abençoe nossos sonhos, que nos faça ser firme em nossos propósitos.
Vivemos um para o outro, dois pensamentos que se deixam conhecer.
Duas cabeças, dois corpos, dois sonhos, duas trajetórias.
Nesse trajeto nos fazemos gente, para nos fazermos um corpo.
Com certeza diferenças existem, mas são nas diferenças que existe o crescimento...o belo.
Te amo Laninha, e te quero bem.
Duas pessoas, duas histórias que se cruzam na trajetória da vida.
Soma de experiência que se traduz em objetivo, fé e vontade de estar juntos.
Peço que Deus abençoe nossos sonhos, que nos faça ser firme em nossos propósitos.
Vivemos um para o outro, dois pensamentos que se deixam conhecer.
Duas cabeças, dois corpos, dois sonhos, duas trajetórias.
Nesse trajeto nos fazemos gente, para nos fazermos um corpo.
Com certeza diferenças existem, mas são nas diferenças que existe o crescimento...o belo.
Te amo Laninha, e te quero bem.
Assinar:
Comentários (Atom)