segunda-feira, 22 de julho de 2019


1)   Quais são as responsabilidades da organização nessa implantação?

A implantação de um sistema de gestão de segurança e saúde do trabalho é muito benéfica ao aprimoramento de condições salubres nos ambientes de trabalho, sendo de responsabilidade da organização a implantação e a constante reflexão, pois sabemos que cada organização apresenta suas particularidades, sendo assim  fundamental analisar sobre a natureza das ações, o porte da empresa, os riscos laborais adequando os aspectos analisados como propósito de definir, tornar efetiva, rever e manter a política da SST da organização com base no que poderá definir e estabelecer a estrutura operacional. Neste sentido o sistema de gestão trata-se de um guia que fornece orientações de como a SST pode ser integrada ao gerenciamento do negócio ajudando a minimizar os riscos para os funcionários e outros integrantes, estabelecendo para a organização uma imagem responsável no ambiente em que atua, pois as empresas devem e precisam demonstrara atitudes éticas e responsáveis quanto à segurança e saúde do trabalho devendo estar atenta para quatro atividades básicas baseados na metodologia do ciclo do PDCA: o planejamento, a implementação e operação, a verificação e as ações corretivas, promovendo a melhora contínua na segurança e saúde no trabalho, desenvolvendo assim uma política cultural da importância da SST.

2)           Quais são as responsabilidades do Engenheiro de Segurança do Trabalho? Em qual (is) ponto(s) desse processo ele faz a diferença?

Dentre as responsabilidades do Engenheiro de Segurança do Trabalho junto organização a todos os funcionários da empresa estão a de realizar um levantamento da situação inicial; avaliação de risco; treinamento, conscientização e competência; comunicação; política de segurança e saúde ocupacional; controle de documentos; controle operacional; monitoramento e medição; verificação de resultados das tarefas executadas e ações corretivas. O engenheiro deve portanto apontar os pontos críticos e onde deve ser concentrados os esforços, podendo atuar em todas as etapas do processo de implantação de um SGSST e principalmente na aplicação do PCDA.
O engenheiro de segurança faz a diferença em todas as etapas deste processo, principalmente no que diz respeito à capacidade técnica e avaliativa observando os riscos e propor soluções para estes sendo um elo entre o nível operacional e estratégico da organização.

3)           De que forma o SGSST se entrelaça com o PDCA? Qual o foco principal?

O PCDA e o SGSST têm como principal objetivo a tentativa de garantir um ambiente de trabalho mais salubre, livre de acidentes de trabalho ou com riscos minimizados.
Portanto o entrelaçamento dos dois se dá na busca do foco principal, sendo que o PCDA apresenta passos que possibilitam a organização implantar de forma metodológica a gestão escolhida, já o SGSST possui diretrizes de forma genérica não possuindo uma metodologia específica para implantação de uma metodologia. Neste sentido o PCDA vem a agregar eficiência e produtividade à organização
, pois apresenta ações e meios com metodologia específica, estabelecendo diretrizes que levam a resultados mais satisfatórios sendo  um potencializador  de resultados quando implementado juntamente ao SGSST.







Re: Tarefa 4.1
por FERNANDO FERNANDES DA FONSECA - segunda, 28 Mai 2018, 17:07
 
1) Como convencer a empresa a contratar teus serviços ( ou atacar tua sugestão) para a implementação de um sistema de gerenciamento de riscos da saúde do trabalhador que vá além da mera montagem de documentos legais como PPRA, PGR, PPEOB, PCMAT?
Infelizmente muitos empresários tem uma mentalidade cultural medieval no que se refere as inúmeras vantagens em se implementar um sistema de gerenciamento de riscos da saúde do trabalhador, outros porém se encontram informados e interessam por estes sistemas.
Penso, portanto que o convencimento a adesão de um sistema de gerenciamento de risco, passa por uma base de dados informativos que convençam das vantagens financeiras; de maior despreocupação caso ocorra um acidente ( já que ele estará amparado por implementação de ações que minimizem os riscos de acidentes atendendo as normas vigentes, mostrando o lado humano empresarial);diminuição de ações trabalhistas quanto aos riscos inerentes ao processo industrial ao qual o funcionário foi exposto; valorização da empresa por sua responsabilidade social.
Seguindo esse raciocínio, o engenheiro de segurança deverá demostrar um estudo apontando e informando sobre as vantagens das implantações destas políticas, mostrando aos empresários conhecimentos sobre o processo fabril e os processos que envolvam os funcionários e os possíveis riscos e falhas que possa ocorrer, demonstrando assim em dados que prevenir é melhor que remediar, ou seja, através de estudos técnicos e de viabilidade técnica sobre a implementação e tempo de retorno em médio e longo prazo deverá elucidar aos empresários sobre os benefícios de aderir as medidas de gerenciamento de riscos da saúde do trabalhador, tornando o empresário desejoso de implementar tais medidas.

2) Você acredita que a EST tem potência para responder aos desafios colocados pela incerteza e vulnerabilidades dos processos produtivos quanto à saúde do trabalhador?
Acredito que sim desde que tenha comprometimento das partes envolvidas voltadas para o objetivo em questão, com a responsabilidade na coleta de dados e ações voltadas a prevenção, conhecendo os possíveis riscos e trabalhando de modo a minimizá-los, tendo assim responsabilidade na adesão de todos, o empresário, os funcionários, gestores e membros da CIPA para que convertam seus conhecimentos em normas a serem seguidas, tornando a conduta fabril um meio de prevenção e minimização de acidentes.



 
Avaliação máxima: 10 (1)

por FERNANDO FERNANDES DA FONSECA - domingo, 25 Mar 2018, 19:47
 
Ventiladores são dispositivo mecânicos utilizados para converter energia mecânica de rotação aplicada em seus eixos em aumento de pressão do ar.
Podem ser do tipo Consoante,  sopradores, exaustores.
Consoante- o sentido de fluxo do arem relação ao ambiente ventilado.
Sopradores - Se há injeção de ar no ambiente.
Exaustores - Se há retirada de ardo ambiente.
Existem basicamente dois tipos de ventiladores, os axiais e os centrífugos.
Podem tem suas aplicações nos usos residenciais ( para diminuir o calor do ambiente e aumentar a circulação de ar, sendo sua função conduzir o ar de um ponto a outro) e no uso industrial ( para diminuir o calor, aumentar a circulação de ar, e no caso dos exaustares- dispersar o calor para ambiente externo).
 
Avaliação máxima: 5 (1)

Trabalho

Re: Quando se deve usar Ventilação Localizada Exaustora- VLE?
por FERNANDO FERNANDES DA FONSECA - domingo, 25 Mar 2018, 19:06
 
A Ventilação Local Exautora tem como principal finalidade propiciar aos trabalhadores uma melhora da qualidade do ar no local de trabalho, conduzindo os gases poluentes para a atmosfera externa.
Portanto a VLE é um dos recurso mais eficazes para o controle de ambiente de trabalho, principalmente quando aplicada em conjunto com outras medidas que visam à redução, ou mesmo a eliminação da exposição de trabalhadores a exposição de trabalhadores a contaminantes químicos  presentes ou liberados na forma  de névoa, gases, vapores e poeiras. Assim tem a finalidade de manter o ambiente de trabalho adequado aos padrões de segurança e por isso deve ser corretamente  projetado, construído, instalado e em constante revisão afim de garantir sua eficácia.
 
Avaliação máxima: 5 (1)

Pequeno Trabalho


Exemplificaremos a questão criando um cenário trágico e fictício de rompimento de uma barragem de mineração de ouro, sendo seus rejeitos principais o mercúrio, o arsênico e o cromo.
O engenheiro de segurança do trabalho deverá realizarconstante monitoramento utilizando-se de vários indicadores, entre eles os químicos, os físicos e os biológicos de qualidade da água, tomaremos em nossa pesquisa apenas os químicos.
O monitoramento da água deve realizado pela própria empresa ou empresa terceirizada desde que empresa seja competente e idônea, assim deve-sea água ser avaliada sistematicamente, pontos de captação e análise da água serão criados e a qualidade da água deve obedecer aos parâmetros definidos na NR7e no CONOMA.
O engenheiro de segurança deverá fazer todo um rastreamento de funcionários envolvidos no acidente, requerendo exames médicos e laboratoriais que possam indicar alguma patologia que venha a ser proveniente de acidente de trabalho. Aempresa deve adotar medidas que reduzam os danos e ofereçaa todaestrutura de medicina e análise para que população envolvida e o meio ambiente sejam menos prejudicados possível.
De antemão o engenheiro de segurança deverá conhecer todos os rejeitos que são trabalhados na empresa, as formas de contaminação e os danos tóxicos que estes trazem ao organismo. Com essas informações e com um mapeamento da área acometida, o engenheiro deve se lançar ao campo de informação e coletas todos os dados disponíveis,sendo de suma importância documentar todos os procedimentos tomados, todas as análises e orientações, todas as recomendações e estratégias de combate ao mal originado do desastre.
Portanto, ele deverá compreender que os indicadores de qualidade química em um ambiente natural estão relacionados ao potencial hidrogeniônico (pH), alcalinidade, cloretos, ferros, manganês, nitrogênio, fósforo, fluoretos, oxigênio dissolvidos,  matéria orgânica, componentes orgânicos e inorgânicos , dureza, entre outros compostos que podem estar presentes na água,  e que pelo rompimento da barragem certamente haverá a  presença  aumentada de arsênico, cromo e mercúrio e de outros dejetos em proporções maiores que as aceitáveis pela resolução357/2005 do CONOMA, colocando em risco toda a vida aquática e animal daqueles que utilizam destas águas.
A água, portanto tornou-se com alto poder de toxidade e todos os alimentos que provém da vida aquática também visto que esses metais pesados se propagam através da cadeia alimentar, ou seja, o produto desta água é contaminado e contaminante.
A empresa deve trabalhar aconscientização e ”convocar” os populares afetados para arealização de exames periódicos de sangue e de saúde (metais pesados têm a capacidade de ir se acumulando dentro na célula do organismo, provocando problemas como alterações renais, lesões cerebrais e até mesmorisco de câncer), evitando assim um maior dano a população,ambientetambém deve ser constantemente analisado, estudando a biodiversidade ecológica afetada. Para com os profissionais aempresa deve constatar aocorrência ou agravamento das doenças profissionais definidos na NR7, sendo verificada as alterações que revelem qualquer tipo de disfunçãode órgão ou sistema biológico, através de exames constantes dos quadros I e II, mesmo que sem sintomatologia. Caberá ao médico ou encarregado a solicitação à empresa da Comunicação do Acidente de Trabalho, indicar afastamento do trabalhador,encaminhá-lo a previdência social e orientá-lo quanto à adoção de medida no ambiente de trabalho.

Podemos afirmar que o engenheiro deve agir junto à empresa, defendendo a saúde de seus funcionários e oferecendo a população e ao ambiente, estratégias que possam amenizar danos oriundos do acidente do rompimento da barragem. O trabalho consiste em oferecer estratégias de segurança, conhecer os riscos e oferecer capacitação, requerer ao empregador a implementação devida de EPIs e de EPCs, adequar à empresa as NRs vigentes e a toda orientação que preconize a segurança, um exemplo deste cuidado é a NR9, pois está visa garantir a obrigatoriedade da elaboração e implementação por parte dos empregadores, do chamado Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, com o intuito de preservar a saúde e a integridade dos trabalhadores, através da antecipação, do reconhecimento e do conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais, levando em consideração a proteção do Meio Ambiente e dos seus recursos naturais  devendo estar articulado com o disposto nas demais NR, em especial com o PCMSO (NR7). Assim, tal fatalidade deve já ter sido analisada pela empresa juntamente aos seus técnicos e entre eles o engenheiro de segurança, pois a PPRA deve incluir etapas como antecipação e reconhecimento dos riscos, estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle, avaliação de riscos e da exposição dos trabalhadores, implantação de medidas e controle e avaliação de sua eficácia, monitoramento da exposição aos riscos, registro e divulgação dos dados.

Noto que o governo através de técnicos  deverá também colher todas às informações sobre os impactos gerados, fiscalizar as ações para sanar a tragédia e aplicar multas conforme o tamanho do impacto, investigar as falhas possíveis para que a tragédia fosse efetuada, além de ajudar na reconstrução da dignidade humana e na reestruturação do equilíbrio ecológico.

Na ruptura de uma barragem vemos também a omissão do governo na fiscalização e na formulação conjunta as empresas na busca de medidas de segurança que antevê uma catástrofe.
No caso da Samarco foi um desastre que poderia ter sido evitável. Lamentavelmente o acidente gerou a perda de vidas, de famílias, de sonhos e esperança, a natureza demorará anos para se recuperarem de tal impacto, cicatrizes enfim permanecerão.  Só nos resta aprender com o desastre e ser um agente de permanente vigia para que a cena não torne a ocorrer, afinal vidas é o bem maior de qualquer sociedade.
REFERÊNCIAS

Indígena



Re: Tarefa 1
por FERNANDO FERNANDES DA FONSECA - terça, 17 Abr 2018, 18:01
 
Podemos observar nesta carta a preocupação do chefe indígena com a natureza, o respeito e o amor com a terra, o ar, a água e os animais. 
A percepção dos índios de que o ser humano necessita da natureza e de que deve respeitá-la é muito presente em sua sociedade, eles valorizam suas tradições e seus antepassados e demonstram em suas celebrações e ações o respeito com ela. Afinal eles se enxergam como parte da natureza e percebem que existe um equilíbrio vital entre tudo que existe.
O homem "branco" ou "civilizado" há muito perdeu esse elo de respeito com a natureza, ele desenvolveu em séculos de guerras ( entre invadidos e invasores, oprimidos e opressores),  e do próprio capitalismo a ganância por tentar conseguir mais do que necessita, e assim o equilíbrio ou respeito com a natureza foi cessado quase que por completo ou para a maioria deste povo "civilizado".
Atualmente estamos observando uma maior valorização da natureza, pois a duras penas e com muito sofrimento, a "civilização" percebeu que ela é grande prejudicada por esse desiquilíbrio ambiental. Assim notamos que medidas que previne e que busquem amenizar os impactos já causados estão sendo cada vez mais tomadas, e isso é notável em quase todas nações do globo ( pelos governos ou pelas iniciativas privadas).
Só temos um planeta e a noção de que estamos esgotando seus recursos naturais são evidentes, e com esse ponto de vista preservar passa a ser um processo de sobrevivência ( para muitos a recuperação do meio ambiente  está sendo um processo lucrativo  que demanda tecnologia, inteligência e sensibilidade). 
Falta de água potável, doenças, uso indevido de agrotóxicos, poluição do ar e sonora, e muitas outras consequências deste desiquilíbrio ambiental evidenciam que o ser "civilizado" optou por um caminho não muito sábio e que se ouvisse o "homem vermelho" ou a sua própria natureza ( pois como o próprio índio disse, somos todos filhos da terra) talvez conseguiríamos  ter atualmente um mundo mais evoluído e ao mesmo tempo mais harmônico e equilibrado ecologicamente, visto que seriamos mais autossustentável, com mais igualidade social e financeira.
Penso que  a Engenharia de Segurança do Trabalho, deva ter um olhar de futurismo, ou seja, prever situações que possam ser trabalhadas no presente afim de evitá-las no futuro. Portanto a sabedoria do indígena aliada a sabedoria do " homem branco" deveriam ser somadas, e neste quesito deve ser o engenheiro de segurança, deve ser um potencializador de conhecimentos e estratégias aliado ao dono do capital e aquele que faz a ação dentro da empresa ou do local de trabalho, evitando danos a saúde e a vida dos envolvidos, preocupado enfim com o ambiente e tendo a consciência de que a natureza deve ser nossa maior aliada.
Para nossa sorte, observo que as mudanças estão ocorrendo, embora em baixa velocidade, mas a conscientização que outrora era forçada, agora já é desejada.

EST para quê?


Para que o engenheiro de segurança do trabalho existe?


O Engenheiro de segurança do trabalho vem de uma evolução da sociedade humana na qual o trabalho está inserido. Ao longo do desenvolvimento das mais variadas profissões vários acidentes levaram a perda da funcionalidade laboral e até mesmo a morte dos envolvidos.
Percebemos que além da perda econômica da empresa e da força de trabalho, existe a perda humana e emocional de todos os envolvidos nos acidentes de trabalho, além é claro da perda financeira e perturbações emocionais do acidentado e de sua família.
Portanto o acidente de trabalho é extremamente danoso a qualquer empresa e sociedade sendo um mal a ser evitado. Neste contexto a profissão de Engenheiro de Segurança do Trabalho vem a ser um instrumento para a redução dos riscos de trabalho, ou seja, a sociedade evoluiu no sentido de criar instrumentos que minimizasse os riscos criando assim diversas leis de seguridades sociais e Normas de Segurança obrigatórias a serem seguidas, além de vários procedimentos para instalação de segurança nos postos de trabalho.
Notamos assim a importância das NRs, e de equipes de CIPAS no ambientes laborais exercendo a função preventiva de acidente de trabalho, reduzindo assim os riscos, pois age na precaução do acidente e na racionalização da minimização dos riscos.
Assim o profissional de Engenheiro de Segurança de Trabalho munido de capacidade técnica e cientifica é de extrema importância e a sua existência obrigatória conforme Norma existente. Portanto o engenheiro de segurança do trabalho tem a função de zelar pela saúde e integridade física do trabalhador, devendo assim, minimizar os riscos de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Ele também planeja e propõe políticas de segurança assim como as normas e regulamento a serem colocados em prática no ambiente de trabalho, ou seja, sua função baseia- se  na criação e instalação e de um ambiente de trabalho mais salubre possível.
Percebemos então que as empresas ao longo da história por pressões internas e principalmente externas (através de manifestações sociais de trabalhadores e familiares que levaram a criação de uma legislação mais rigorosa e multas mais elevadas) vêm aperfeiçoando no quesito segurança, além é claro de medidas que vieram com evolução de novas tecnologias.
Notamos também que as leis de seguridade social é um grande avanço, permitindo um maior comprometimento da sociedade e da empresa com o funcionário que outrora dispunha do vigor físico e intelectual para produção laboral. Assim através de impostos a seguridade sobrevive, devendo a mesma aplicar o arrecadado na valorização do humano que dela necessita.

NR12


O presente relatório tem como objetivo discorrer sobre máquinas e implementos agrícolas, bem como dos itens de segurança referentes ao manuseio destes segundo a NR-12- Anexo XI. Veremos alguns dispositivos instalados  utilizados pelos trabalhadores ou pessoas envolvidas com estes equipamentos em busca de melhores condições no trabalho no que se refere a segurança. Observei na leitura desta norma e em materiais de estudos a importância da relação entre todos os envolvidos na produção laboral no encontro de caminhos que permitam a instalação de um ambiente pensado no quesito segurança.
 De fato quando falamos em máquinas em geral, falamos de velocidade, rotação, força, aço, entre outros e que o humano apresenta constante riscos no manuseio dos maquinários de trabalho, com isso  o proprietário e principalmente os operadores destas máquinas devem prever cada ação a ser cometida neste ambiente, atentando para as NBRs produzidas ao longo da evolução da história do trabalho.
Toda atividade laboral oferece riscos, podendo ser em maior ou menor grau, em todo caso  é importante que o operador destes maquinários tenha zelo e atenção pela segurança de quem está próximo a um equipamento agrícola quando está em funcionamento, prezando-se também por sua integridade.
Abordamos neste relatório um enfoque maior aos maquinários denominados implementos agrícolas e florestais, percebemos que economicamente o Brasil é um grande pais exportador de insumos deste meio, sendo considerado o celeiro do mundo. São milhares de trabalhadores envolvido na produção agrícola e assim no manuseio de implementos que os auxiliam na maior produtividade e competitividade no cenário globalizado.
A máquina permitiu ao homem do campo produzir em uma escala muito maior e com menor mão de obra envolvida, mas ao mesmo tempo fez com que os envolvidos na produção se capacitassem no intuito de ter domínio sobre a máquina a ser utilizada.
Do campo vem o alimento, é o fator primário na economia, podemos dizer que tudo provem da roça, pois toda matéria prima é subtraída na zona rural e transformada nos diversos setores da economia até chegar às prateleiras dos comércios e por fim aos milhares de lares.
De acordo com a organização Internacional do trabalho (OIT) a agricultura está entre os três setores de maior risco para atividades laborais no que se referem à morte, ferimentos e doenças ocupacionais - os demais são a mineração e a construção. Isso se deve ao fato de que determinadas atividades agrícolas envolvem o uso de agrotóxicos, trabalho com máquinas e ferramentas perigosas, a realização do trabalho em condições extremas de temperatura, entre outros. Tais agravos são acentuados em países que dependem da agricultura de exportação, como é o caso do Brasil. Nesse sentido, Pignati (2006) cita que o setor agropecuário brasileiro apresenta o segundo maior número de acidentes em relação às demais atividades econômicas, com 22,61 acidentados por mil trabalhadores rurais em 2003.
Com o intuito de zelar pela saúde e pelas condições salubres dos funcionários que lidam com maquinários nos ambientes de trabalho a NR 12 foi desenvolvida, trazendo em suas normas, estudos sobre os procedimentos e cuidados que devem ser obrigatoriamente instalados em todas as funções em que os trabalhadores usam de maquinas para realizarem suas atividades, pois como mencionado ao falarmos de rotação, força e aço versus músculos, veias e ossos, os resultados são desfavoráveis ao humano podendo ser fatal.
Portanto a NR12.1 tem como base  trazer princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos (transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção ) de todos os tipos, e ainda à sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas. A NR12 refere-se a máquinas e equipamentos novos e usados.
A Norma permite a movimentação segura de máquinas e equipamentos fora das instalações físicas da empresa para reparos, adequações, modernização tecnológica, desativação, desmonte e descarte.
 A Norma deixa claro aos empregados e aos trabalhadores as responsabilidades necessárias, assim o empregador deve adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos, capazes de garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores, e medidas apropriadas sempre que houver pessoas com deficiência envolvidas direta ou indiretamente no trabalho. São consideradas medidas de proteção, em ordem de prioridade: medidas de proteção coletiva; medidas administrativas ou de organização do trabalho; e medidas de proteção individual. Aos trabalhadores cabe: cumprir todas as orientações relativas aos procedimentos seguros de operação, alimentação, abastecimento, limpeza, manutenção, inspeção, transporte, desativação, desmonte e descarte das máquinas e equipamentos; não realizar qualquer tipo de alteração nas proteções mecânicas ou dispositivos de segurança de máquinas e equipamentos, de maneira que possa colocar em risco a sua saúde e integridade física ou de terceiros; comunicar seu superior imediato se uma proteção ou dispositivo de segurança foi removido, danificado ou se perdeu sua função; participar dos treinamentos fornecidos pelo empregador para atender às exigências/requisitos descritos nesta Norma; colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma.
 Os dispositivos de partida, acionamento e parada das máquinas devem ser projetados, selecionados e instalados de modo que não se localizem em suas zonas perigosas; possam ser acionados ou desligados em caso de emergência por outra pessoa que não seja o operador; impeçam acionamento ou desligamento involuntário pelo operador ou por qualquer outra forma acidental; não acarretem riscos adicionais; e não possam ser burlados.
Analisando a NR 12 em especial em seus princípios gerais, dispositivos de partidas, acionamento e parada, sistema de segurança, dispositivos de parada e emergência, meios de acessos permanentes, componentes pressurizados e capacitação noto que a norma foi elaborada minuciosamente e atentamente a todos os aspectos que possam gerar e simultaneamente a evitar acidentes de trabalho no uso de maquinas. São várias medidas explicitadas que tornam o ambiente mais salubre, a seguir citaremos algumas como:
Os componentes funcionais das áreas de processos e trabalho das máquinas necessitem ficar expostos para correta operação, devem ser protegidos adequadamente até a extensão máxima possível, de forma a permitir a  funcionalidade operacional a que se destinam. A proteção fixa, que deve ser mantida em sua posição, de maneira permanente ou por meio de elementos de fixação, que só permitam sua remoção ou abertura com o uso de ferramentas específicas; e a proteção móvel, que pode ser aberta sem o uso de ferramentas, geralmente ligadas por elementos mecânicos à estrutura da máquina ou a um elemento fixo próximo, e deve se associar os dispositivos de intertravamento.
As roçadoras devem possuir dispositivos de proteção contra arremesso de materiais sólidos. As maquinas de cortar, picar, triturar, moer, desfibrar e similares devem possuir sistemas de segurança que impossibilitem o contato do operador ou demais pessoas com suas zonas de perigo.
Nas proteções distantes de máquinas estacionárias, em que haja possibilidade de alguma pessoa ficar na zona de perigo, devem ser adotadas medidas adicionais de proteção coletiva para impedir a partida da máquina, enquanto houver a presença de pessoas nesta zona.
 As aberturas para alimentação de máquinas ou implementos que estiverem situadas ao nível do ponto de apoio do operador ou abaixo dele, devem possuir proteção que impeça a queda de pessoas em seu interior.
Quando as características da máquina ou implemento que exigirem que as proteções sejam utilizadas também como meio de acesso, estas devem atender aos requisitos de resistência e segurança adequados a ambas as finalidades.
 As máquinas e equipamentos tracionados devem possuir sistemas de engate para reboque pelo sistema  de tração, de modo a assegurar o acoplamento fácil e seguro, bem como a impedir o desacoplamento acidental durante a utilização.
As correias transportadoras devem possuir sistemas de frenagem ao longo dos trechos em que haja acesso de trabalhadores, dispositivo que interrompa seu acionamento quando necessário, partida precedida de sinal sonoro audível me toda a área de proteção que indique seu acionamento, sistema de proteção contra quedas de materiais quando oferecer risco de acidentes aos trabalhadores que operem ou circulem em seu entorno, sistemas e passarelas que permitam que os trabalhos de manutenção sejam desenvolvidos de forma segura, passarelas com sistema de proteção contra queda ao longo de toda a extensão elevada onde possa haver circulação de trabalhadores, sistema de travamento para ser utilizado nos serviços de manutenção.
Observamos que são inúmeros os requisitos atendidos pela NR12, para tornar o ambiente mais seguro, além do fato de se atentar para o manual de cada equipamento a ser utilizado, de modo que este manual deve estar em língua portuguesa, sendo explicativo e de modo a tornar o ambiente mais seguro possível.
Segundo o canal rural o Brasil tem o maior número de fatalidades com tratores e implementos agrícolas no campo, sendo cerca de três mil mortes por ano no país e de cada três acidentes ocorridos um ocasiona incapacidade permanente do trabalhador. Geralmente o excesso de confiança, a imprudência e a falta de treinamento está por trás das tragédias.
Segundo o Canal a mecanização das lavouras tornou mais rápido e eficiente o trabalho de milhares de agricultores e que hoje esses tratores, colheitadeiras e equipamentos já vêm de fabrica com equipamentos de segurança capazes de reduzir acidentes e evitar fatalidades, e que, no entanto, a maior parte dos produtores rurais ignora as recomendações e corre riscos desnecessários.
Percebemos assim a importância nos processos de treinamento e capacitação dos operadores desses maquinários no intuito de acompanharem a evolução dos instrumentos de trabalho e adequá-los a um ambiente mais salubre possível, atendendo assim todas as Normas existentes.
O humano sempre deve ser a parte primordial em qualquer atividade de trabalho, a vida é insubstituível, a integridade física e emocional do trabalhador deve ser inviolável e neste quesito a atividade humana deve oferecer ao seu executor e a todos envolvidos no processo de produção um ambiente otimizado que ofereça segurança aos participantes. Pensando neste assunto e visto a uma evolução no cenário de trabalho marcado por perdas de vidas e mutilações humanas, foram criadas inúmeras Normas e Leis para que o trabalhador tenha um ambiente de trabalho que ofereça segurança.
Acreditamos que uma das principais desvantagens em relação aos outros ambientes de trabalho é devido ao fator de serem geralmente em locais afastados, sendo assim a fiscalização menos efetiva e em casos de acidentes o resgate ser mais demorado. Notamos também que devido a esse afastamento e a falta de fiscalização satisfatória os acidentes de trabalho são negligenciados, ou seja, os dados não totalmente confiáveis e subestimados. Analisamos que em relação a outros quesitos as vantagens e desvantagens se igualam a qualquer tipo de trabalho urbano. As normas que regulamentam o assunto são as NBRs 31, 12, normas do IBAMA e outras.
No estudo do trabalho verificamos as recomendações aplicáveis aos maquinários utilizados no meio rural como tratores e outros, tais como o estudo do terreno a ser trabalhado (declive e aclive), o uso adequado dos engates dos tratores aos equipamentos a serem utilizados, velocidade adequada e rotação a ser trabalhado, roupas e demais utensílios de proteção individual, e fiscalização permanente dos funcionários visualizando o uso efetivo dos equipamentos.

Referência Bibliográfica
NR 12. < http://www.guiatrabalhista.com.br/legislacao/nr/nr12.htm> NR 12. Acesso em 29/01/2018
PIGNATTI, Wanderley; MACHADO, Jorge M.H.; CABRAL, James F. Acidente rural ampliado. Disponível em:< http://br.monografias.com/trabalhos903/chuvas-agrotoxicos/chuvas-agrotoxicos.shtml>.Acesso em: 18 jan. 2018.

Sorte na EST


Acredito que precisamos de todos itens, principalmente de estudo sobre as situações que ofereçam riscos e um planejamento adequado para que estes riscos sejam minimizados.
Penso que cautela, sempre é a melhor estratégia para se evitar acidentes. O uso  de EPI'S e principalmente de EPC em qualquer atividade que possam oferecer riscos aos funcionários e  cautela e treinamento adequado do trabalhador são fatores essenciais para prevenção de acidentes.
Respondi todos os itens incluindo a sorte, pois é sempre bom ter uma "pitada" de sorte. Apesar que não devemos contar com ela na análise e prevenção de acidentes, devemos sim ser minuciosos, racionais e críticos para todos os fatores que envolvam as funções dos trabalhadores...mas como disse, se algo vir a falhar, a sorte sempre é bem vinda.

PPRA


Analisando as duas PPRA, percebo que ambas estão em conformidade com a NR9, sendo assim a parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa ou instituição no campo da preservação à saúde e a integridade dos trabalhadores.
As medidas de controle estão em conformidade com os reconhecimentos dos riscos ambientais, e as avaliações quantitativas dos riscos estão bem fundamentadas na NR9.
Percebi que em ambas, a PPRA ,tiveram como principio básico a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, do reconhecimento, da avaliação e conseqüente do controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos riscos ambientais.
Observei, porém o argumento das empresas na apresentação  dos aspectos ergonômicos e acidentais mostrando-se sensibilizadas a eles mas conferindo o status de um segundo plano. Analisando mais profundamente a NR9 pude compreender que ela somente considera como riscos ambientais os agentes físicos,  químicos e biológicos.
A NR9 apenas oferece parâmetros mínimos exigidos ao PPRA. Assim acredito ser necessário oferecer a devida importância aos quesitos riscos ergonômicos e de acidentes, devendo assim ser especificadas nas PPRA com a devida importância, visto e reforçado novamente em minhas observações que a NR9 estabelece os “parâmetros mínimos e diretrizes gerais a serem observados na execução do PPRA, e que até mesmo uma Convenção Coletiva de um sindicato ou através de negociação  poderá ampliar as diretrizes do PPRA caso a empresa em questão apresenta riscos oriundos de fatores ergonômicos e mecânicos.
Novamente reforço o argumento que as duas  PPRA foram elaboradas em conformidade com a NR 9, respeitando suas particularidades, e teve a s estruturas mínimas tais como nome da empresa, segmento de atuação, registro nos setores municipais, estaduais e federais, razão social,  planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma, estratégias e metodologia de ação,  formas de registro e divulgação dos dados, além de periodicidade  e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA e conformidades com as outras NRs.
Portanto o documento base de ambas foram bem estruturados e adaptados a suas realidades, com medidas preventivas tais como os equipamento de proteção individual e coletiva.
Informando e mencionando as partes envolvidas, e as ações necessárias e  obrigatórias  de envolvimento para que as empresa em questão se torne o mais salubre possível.
Finalizo reafirmando que ambas PPRA  podem ser considerados como instrumentos de Políticas de Segurança Ocupacional, pois se adéqua a NR9.


Mapa de Risco

Risco
Causa
Efeito

Categoria

do Risco
Medidas Preventivas



 


RUÍDO
MÁSQUINAS E EQUIPAMENTOS DA SEÇÃO, ETC
IRRITAÇÃO, DORES DE CABEÇA E PROBLEMAS DE AUDIÇÃO
CRÍTICA
IMPLANTAÇÃO DE PROTETORES AUDITIVOS
RADIAÇÃO NÃO IONIZANTES

MÁQUINAS DE SOLDA
QUEIMADURAS, LESÕES DE PELE, CATARATAS, ETC
CRÍTICA
IMPLANTAÇÃO DE EPIs: OCULOS DE SOLDA, MANGOTES, AVENTAL E PROTETORES FACIAIS
POSTURAS INADEQUADAS
POSTOS DE TRABALHO INADEQUADOS
CANSAÇO, DORES MUSCULARES, PROBLEMAS DE COLUNA
CRÍTICA
ADEQUAÇÃO DOS POSTOS DE TRABALHO, GINÁTICA LABORAL
MONOTONIA
MOVIMENTOS REPETITIVOS NA MONTAGEM
CANSAÇO, DORES MUSCULARES
MARGINAL
GINÁSTICAS LABORAL REVESAMENTO DE FUNÇÃO
RÍTIMO E JORNADA DE TRABALHO EXCESSIVO
RITIMOS DE PRODUÇÃO HORAS EXTRAS
CANSAÇO, DORES MUSCULARES ALTERAÇÃO DO SONO, ACIDENTES
CRÍTICA
GINASTICA LABORAL, INTERVALO NA JORNADA DE TRABALHO, REVESAMENTO DA FUNÇÃO
ARRANJO FÍSICO DEFICIENTE
MÁQUINAS E BANCADAS DO SETOR DISTRIBUIDO DE FORMA INADEQUADA
ACIDENTE, DESGASTE FÍSICO EXCESSIVO
CATASTRÓFICAS
ADEQUAÇÃO DE MÁQUINAS E BANCADAS
MÁQUINAS SEM PROTEÇÃO
FALTA DE PROTEÇÃO EM PONTOS MÓVEIS
ACIDENTES
CATASTRÓFICAS
IMPLANTAÇÃO DE PROTEÇÃO NOS PONTOS MÓVEIS DAS MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS







Nesta firma realiza placas de sinalizações de trânsito e sinaleiros urbanos. Utilizando se de máquinas de cortes, sodas e de aparelhos eletrônicos nas confecções dos sinaleiros. O trabalho dos funcionários são de 44 horas semanas de segunda a sábado, as peças já vem em um tamanho padrão sendo necessário em alguns casos recortá-las ou soldá-las, confeccionando nas medidas a serem usadas. Óleos e graxas são usados em peças que apresentam desgaste e a empresa ainda derrete o aço e alumínio em pequenas quantidades para confeccionar molduras variadas.  

PCMAT


Favor apresentar a resposta no esquema relacionado a seguir, isto é, para cada fase:

Laje do 10º andar sendo concretada
Profissionais envolvidos
Pedreiro, Servente, Carpinteiros, Mestre de obra e Engenheiro.
Atividades Desempenhadas
Revisão das ferragem de armaduras para concretar a laje.
Riscos
Tropeços dos trabalhadores em alguma estrutura e queda na própria laje ou da altura do prédio, queda de objetos.
Medidas Coletivas
Guarda Corpo Frontal, organização nas disposições dos materiais, Tela de fachada, Elevadores vistoriados e adequados a sua utilização, bandejas de periferia, proteção de vãos livres, redes de proteção.
Medidas Individuais
Uso de capacetes, botas com bico de aço, cintos de segurança dotados de dispositivos de  trava quedas e estar ligados a cabos de segurança em estrutura de proteção que suportem uma eventual queda “ pontos de ancoragens”, óculos de segurança, luvas de segurança.
Sinalização
Sinalizações de atenção, sobre o uso obrigatório de cintos de segurança, de homens trabalhando na obra, de cuidados. Ou seja a sinalização deve ser clara e especificar o eventual riscos. Utilizando –se das cores padrões como no caso o amarelo para cuidado e o vermelho para risco de incêndio.
Treinamento
Treinamento no mínimo de 8 horas sendo periódico e bienal, ministrado por instrutores com comprovada proficiência no assunto, sob a responsabilidade de profissional qualificado em segurança do trabalho. Assim os trabalhadores apresentaram seus certificados contendo nome, conteúdos programáticos, carga horaria, data, local de treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável.



Retirada do escoramento da laje do 8º
Profissionais envolvidos
Carpinteiros, Servente de Pedreiro, Pedreiro, Mestre de obra e Engenheiro.
Atividades Desempenhadas
Retirada das formas e escoramentos
Riscos
Queda de andaimes, de objetos, de tropeço e escorregar, de shafts abertos.
Medidas Coletivas
Boa comunicação na equipe, sinalizações adequada, Rede de segurança, Guarda Corpo Frontal, Proteção em vão livres.
Medidas Individuais
Uso de capacete e  cinto de cintos de segurança dotados de dispositivos de  trava quedas e estar ligados a cabos de segurança em estrutura de proteção que suportem uma eventual queda “ pontos de ancoragens”, óculos de segurança, luvas de segurança.
Sinalização
Sinalizações de atenção, sobre o uso obrigatório de cintos de segurança, de homens trabalhando na obra, de cuidados. Ou seja a sinalização deve ser clara e especificar o eventual riscos. Utilizando –se das cores padrões como no caso o amarelo para cuidado e o vermelho para risco de incêndio.
Treinamento
Treinamento no mínimo de 8 horas sendo periódico e bienal, ministrado por instrutores com comprovada proficiência no assunto, sob a responsabilidade de profissional qualificado em segurança do trabalho. Assim os trabalhadores apresentaram seus certificados contendo nome, conteúdos programáticos, carga horária, data, local de treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável.



Alvenaria interna e externa finalizada até o 4º pavimento
Profissionais envolvidos
Carpinteiros, Servente de Pedreiro, Pedreiro, Mestre de obra e Engenheiro.
Atividades Desempenhadas
Assentamento de blocos, Chapisco, Reboco, Pinturas.
Riscos
Tropeços dos trabalhadores em alguma estrutura e queda na própria laje ou da altura do prédio, queda de objetos.
Medidas Coletivas
Boa comunicação na equipe, sinalizações adequada, Rede de segurança, Guarda Corpo Frontal, Proteção em vãos livres.
Medidas Individuais
Uso de capacetes, botas com bico de aço, cintos de segurança dotados de dispositivos de  trava quedas e estar ligados a cabos de segurança em estrutura de proteção que suportem uma eventual queda “ pontos de ancoragens”, óculos de segurança, luvas de segurança.
Sinalização
Sinalizações de atenção, sobre o uso obrigatório de cintos de segurança, de homens trabalhando na obra, de cuidados. Ou seja a sinalização deve ser clara e especificar o eventual riscos. Utilizando –se das cores padrões como no caso o amarelo para cuidado e o vermelho para risco de incêndio.



Alvenaria interna e externa sendo executada no 5º e 6º
Profissionais envolvidos
Carpinteiros, Servente de Pedreiro, Pedreiro, Mestre de obra e Engenheiro.
Atividades Desempenhadas
Assentamento de blocos, Chapisco, Reboco, Pinturas.
Riscos
Tropeços dos trabalhadores em alguma estrutura e queda na própria laje ou da altura do prédio, queda de objetos
Medidas Coletivas
Boa comunicação na equipe, sinalizações adequada, Rede de segurança, Guarda Corpo Frontal, Proteção em vãos livres.
Medidas Individuais
Uso de capacetes, botas com bico de aço, cintos de segurança dotados de dispositivos de  trava quedas e estar ligados a cabos de segurança em estrutura de proteção que suportem uma eventual queda “ pontos de ancoragens”, óculos de segurança, luvas de segurança.
Sinalização
Sinalizações de atenção, sobre o uso obrigatório de cintos de segurança, de homens trabalhando na obra, de cuidados. Ou seja, a sinalização deve ser clara e especificar o eventual riscos. Utilizando –se das cores padrões como no caso o amarelo para cuidado e o vermelho para risco de incêndio.

Serviços de contra-piso e revestimento interno sendo executada do 1º ao 4º
Profissionais envolvidos
Carpinteiros, Servente de Pedreiro, Pedreiro, Mestre de obra e Engenheiro.
Atividades Desempenhadas
Chapisco, emboço e  reboco, montar andaimes, desmontar andaimes,  contra-piso.
Riscos
Queda de objetos de andaimes, queda do trabalhador do próprio andaime,  tropeço e quedas em shafts.
Medidas Coletivas
Boa comunicação na equipe, sinalizações adequada, Rede de segurança, Guarda Corpo Frontal, Proteção em vãos livres.
Medidas Individuais
Capacetes, Botas com ponta de aço, cintos de proteção adequados.
Sinalização
Sinalizações de atenção, sobre o uso obrigatório de cintos de segurança, de homens trabalhando na obra, de cuidados. Ou seja a sinalização deve ser clara e especificar o eventual riscos. Utilizando –se das cores padrões como no caso o amarelo para cuidado e o vermelho para risco de incêndio.