Como a chuva que derrama lá fora, minhas lágrimas aflora o peito.
São águas de saudades, brisas de vontades, verdadeiras tempestades.
É alma do poeta a derramar sobre o teclado pensamentos inspirados.
É menino apaixonado que sussurra como o vento, que corre como o tempo a procurar...
Procura como a chuva, se infiltrar.
A chuva no solo e o menino no coração, regando a vida que corre.
E o vento vai mas sempre volta, como o sentimento que se modifica em intensidade mas não perde a identidade.
Vento é sempre vento, e você sempre será saudade que a chuva apenas umidece.
Poesia. Fernando F Fonseca.
Obs: Queria escrever sobre a chuva, no momento não tenho tristeza em meu coração, só a felicidade se faz presente.
Simplesmente gosto de escrever.rsrsrs, beijo a todos.
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