As vezes o desânimo aperta o coração.
Um sufoco imenso na alma.
Vontade de nada fazer, de sumir e não existir.
Um dia frio, a alma treme e as forças subtraem.
Não aguento mais, viver é cansativo.
Morrer é desconhecido, temo não conhecer.
Não quero jamais morrer mas me sepulto a cada minuto.
Perdendo tudo que não tenho, me sepultando nas oportunidades.
Ofedendo o meu ser, por não ser, por não esperar, por não almejar.
A infinitude de possibilidades me norteiam para as horas do relógio.
O tempo passa e a estática prevalece, a vida sse limita a sofrer.
Um sufoco imenso na alma.
Vontade de nada fazer, de sumir e não existir.
Um dia frio, a alma treme e as forças subtraem.
Não aguento mais, viver é cansativo.
Morrer é desconhecido, temo não conhecer.
Não quero jamais morrer mas me sepulto a cada minuto.
Perdendo tudo que não tenho, me sepultando nas oportunidades.
Ofedendo o meu ser, por não ser, por não esperar, por não almejar.
A infinitude de possibilidades me norteiam para as horas do relógio.
O tempo passa e a estática prevalece, a vida sse limita a sofrer.
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